Ordem dos Bardos, Ovates e Druidas
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Self Description
A tradição druídica da OBOD reflecte os ensinamentos dos antigos Druidas, ajudando a desenvolver uma relação mais profunda e significativa com os Espíritos da Terra e os seus antepassados. Também se destina a fazer desabrochar a sua criatividade interior – para aprender a ver o mundo através dos olhos de um poeta. Para além disso, também ensina as artes da vidência e da divinação.
Desde que as primeiras lições foram enviadas pela Ordem em 1988, milhares de membros já percorreram este caminho, criando uma rede de Druidas com mais de 80 Bosques e Grupos-Semente por todo o mundo, estabelecendo as bases de uma verdadeira comunidade druídica.
Embora o curso seja composto por “graus”, estes funcionam sobretudo como “escolas” – em que cada uma ensina técnicas diferentes, cada uma edificando-se sobre a outra numa viagem de descoberta espiritual. Cada mês os membros recebem um conjunto de lições (ou
Gwersi) que muitas vezes contêm outro material adicional, tal como opúsculos, um CD de áudio e o nosso boletim Ophiusa, para que fique sempre a par daquilo que está a acontecer na Ordem.
Orientação e Acompanhamento
Para oferecer uma formação que seja eficaz tanto à superfície, como a um nível mais profundo e interior, os membros beneficiam do acompanhamento de orientadores, podendo assim partilhar as suas experiências com o curso. O papel do orientador não é “ensinar”, mas “percorrer o caminho” ao lado do membro, respondendo às suas questões e auxiliando-o na sua aprendizagem druídica.
O curso da OBOD inspira-se nos ensinamentos dos antigos Druidas mas, para que estes tenham utilidade hoje em dia, o Druidismo não pode ser uma simples reconstituição. Temos de permitir a nós próprios perceber de que forma os ensinamentos antigos nos podem ajudar a crescer e a unir com o Mundo Natural na actualidade. O Druidismo não é uma religião “revelada” e, portanto, não possui dogmáticos “não farás” – em vez disso é uma espiritualidade viva, em crescimento, que respira e que o mundo precisa agora, mais do que nunca.
Orientação e Acompanhamento
Para oferecer uma formação que seja eficaz tanto à superfície, como a um nível mais profundo e interior, os membros beneficiam do acompanhamento de orientadores, podendo assim partilhar as suas experiências com o curso. O papel do orientador não é “ensinar”, mas “percorrer o caminho” ao lado do membro, respondendo às suas questões e auxiliando-o na sua aprendizagem druídica.
O curso da OBOD inspira-se nos ensinamentos dos antigos Druidas mas, para que estes tenham utilidade hoje em dia, o Druidismo não pode ser uma simples reconstituição. Temos de permitir a nós próprios perceber de que forma os ensinamentos antigos nos podem ajudar a crescer e a unir com o Mundo Natural na actualidade. O Druidismo não é uma religião “revelada” e, portanto, não possui dogmáticos “não farás” – em vez disso é uma espiritualidade viva, em crescimento, que respira e que o mundo precisa agora, mais do que nunca.
O Grau de Bardo
Os bardos eram os xamãs-poetas da casta druídica e muito do conhecimento que temos sobre os antigos Druidas provém das antigas histórias bárdicas. Um destes contos é a história de Taliesin, o Bardo Primordial da Grã-Bretanha. O grau de Bardo da OBOD utiliza a técnica do ensinamento bárdico através da história e da poesia, para que possa empreender a mesma viagem que Gwion Bach (“Pequeno Inocente”), de forma que, através das experiências da história, possa adquirir um profundo conhecimento acerca da Sabedoria dos Bardos. Muitas vezes as pessoas vêem a espiritualidade como uma forma de fugir ao mundo. Mas o curso bárdico ajuda a enraizarmo-nos no Mundo Natural que nos rodeia, abrindo-nos os olhos para as maravilhas que aí existem e que apenas estão à espera de ser descobertas.
O Grau de Ovate
Se o grau de Bardo nos fala acerca das maravilhas do Mundo Natural, então o grau de Ovate pega na nossa mão e conduz-nos para as profundezas da floresta. Os Druidas e as árvores estão inextricavelmente ligados e é aqui, no grau de Ovate, que começa o trabalho com as árvores e as ervas. Os Ovates eram os videntes druídicos, portanto, é no interior e na segurança da floresta que começamos a trabalhar com as técnicas de divinação, de cura e com a magia da Terra. Exploramos a relação com os nossos antepassados de sangue e de espírito, entrando no escuro Bosque dos Teixos, para comungar com eles, aprendendo a sabedoria da noite e da lua.
O Grau de Druida
Depois do encantamento do grau de Bardo e da descoberta profunda do grau de Ovate, o grau de Druida conduz-nos então para uma exploração dos mistérios das pedras e das estrelas, e dos poderes simbolizados pelo Dragão – aprofundando a nossa aprendizagem e experiência com a filosofia e prática mágica druídicas. Terá demorado pelo menos dois anos para alcançar este ponto e terá viajado até muitos lugares, tanto no interior como no exterior. As suas experiências ter-lhe-ão ensinado muito e é aqui, no grau de Druida, que poderá sentir-se inspirado para prestar algum tipo de serviço à tradição druídica.
Para mais informações sobre a OBOD: www.obod.com.pt
